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    <title>Empoderadas UFG</title>
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      <title>Doutoranda do PPGACV, Juliana Queiroz, é classificada em 1º lugar no Prêmio SBPC</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="logo matéria ju" title="logo matéria ju" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/85/o/logo_mat%C3%A9ria_ju.png?1728314093" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;A pesquisadora obteve o reconhecimento na categoria “Pesquisa - Música e Artes”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-renderer-start-pos="176"&gt;Juliana Queiroz, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual, é a vencedora do 1º lugar na categoria “Pesquisa - Música e Artes” no prêmio SBPC 2024. A premiação é realizada desde 2014 e se trata de um incentivo aos pesquisadores de graduação e pós-graduação e aos concluintes dos cursos a partir de janeiro de 2023.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="176"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1363/o/IMG-20241007-WA0003.jpg" alt="imagem juliana" width="200" height="300" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="515"&gt;A pesquisadora é também a mente criativa responsável pela criação do jogo de tabuleiro “Empoderadas”. A pesquisa, que alia pedagogias culturais feministas e antirracistas à cultura visual, busca promover igualdade de gênero e empoderamento feminino nas escolas e instituições educativas e foi realizada sob &lt;span&gt;orientação do professor do PPGACV, Thiago Fernando Sant’Anna Silva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="515"&gt;&lt;span&gt;Parabenizamos todos os demais ganhadores do prêmio! Acompanhe no link a seguir a relação com os participantes premiados: &lt;a href="https://www.sbpcgoias.com/_files/ugd/635d23_7f4a2a11f48b439ab20a74ffec336c10.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://search.app/XpLVScCtNh8wUNiY8&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="515"&gt;A entrevista a seguir apresenta os desafios da trajetória acadêmica da doutoranda e a construção de sua identidade como pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;O que representa a conquista do 1º lugar na categoria “Pesquisa - Música e Artes” no prêmio SBPC 2024?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Esse primeiro lugar representa o reconhecimento máximo de uma contribuição inovadora e significativa no campo da arte e cultura visual. Esse prêmio destaca o impacto cultural e acadêmico da pesquisa, celebrando o aprofundamento teórico e a inovação prática na interseção entre arte e cultura visual. É uma validação do esforço em promover o diálogo entre ciência, arte e cultura visual, valorizando o poder criativo como ferramenta para a transformação social e intelectual.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;O que inspirou a construção da sua pesquisa? Poderia descrever o escopo do trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A construção da pesquisa foi inspirada pela necessidade de criar uma ferramenta lúdica e educativa que abordasse questões de gênero, representatividade e empoderamento feminino. Tudo foi baseado em minha trajetória acadêmica e em questionamentos sobre minha identidade como pesquisadora, desafiando as limitações impostas a mim  durante seu percurso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O escopo do trabalho envolve o desenvolvimento do jogo de tabuleiro "Empoderadas", que surgiu durante o meu mestrado. Este jogo tem como objetivo educar sobre igualdade de gênero e direitos, utilizando personagens femininas inspiradoras que promovem discussões sobre as experiências e percepções dos jogadores em relação a essas questões. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa está ancorada em pedagogias culturais feministas e antirracistas, com uma forte ênfase na cultura visual. Além disso, o conceito de rizoma de Deleuze e Guattari serve como base teórica, propondo uma abordagem não hierárquica, fluida e conectada à construção do conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho não se limita ao desenvolvimento do jogo, mas também busca inserir essa ferramenta em escolas e instituições educativas, promovendo um impacto direto na educação básica. Me envolvo em palestras, oficinas e parcerias, visando a divulgação científica e a ampliação do uso do jogo "Empoderadas" como uma ferramenta pedagógica inclusiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Quais foram os maiores desafios que você enfrentou durante a construção da pesquisa?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Um dos principais desafios foi a minha construção de identidade e validação como pesquisadora. Desde o início da minha jornada, me questionei sobre seu papel como pesquisadora, e enfrentantei obstáculos que testaram minha resiliência e determinação. O questionamento "E eu não sou uma pesquisadora?" reflete essa luta por validação e reconhecimento, especialmente em um ambiente acadêmico que muitas vezes impõe barreiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto de desafio que sempre me acompanhou desde o mestrado, mas agora no doutoramento é um problema sanado é a falta de financiamento para a pesquisa. Em toda a pesquisa enfrentei falta de recursos para expansão do projeto. Busquei alternativas fora da universidade, enfrentando a dificuldade de garantir fundos para a produção dos exemplares do jogo "Empoderadas". Nesta etapa do doutoramento fui contemplada com a Bolsa CAPEs que tem ajudado na ampliação e alcance da pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Considerando a frase que introduz o título do trabalho (E Eu Não Sou Uma Pesquisadora?), o que motivou essa indagação?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Durante a construção da minha pesquisa da minha pesquisa de mestrado, um dos discursos feministas que mais foram importantes foi “E não sou uma mulher? – Sojourner Truth”, sendo assim, quando construí o texto considerei  pertinente criar essa homenagem a Senhora Truth.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Durante sua trajetória acadêmica, quais foram os momentos em que você mais se sentiu desafiada como pesquisadora?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O maior desafio, sem dúvida, foi a constante construção da minha identidade como pesquisadora. Outro ponto de desafio é pesquisar se o financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Quais fatores você considera fundamentais na construção de uma pesquisa e na formação de uma pesquisadora?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Questionamentos constantes e construção de uma identidade como pesquisadora. Resistir às dúvidas internas e aos obstáculos externos e sempre buscar seu lugar na academia. Construir pesquisas que dialoguem com a sociedade, com o intuito de construir pontes entre o conhecimento acadêmico e sua aplicação prática. Parceria com outros pesquisadores, e estar sempre em harmonia com seus orientadores. &lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Como a SBPC, na sua visão, contribui para promover a ciência no país?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A SBPC faz um trabalho importantíssimo na pesquisa brasileira ao criar espaços que fomentam o crescimento de pesquisas e pesquisadores, bem como o papel de reconhecer  trabalhos inovadores,  por meio de premiações que reconhecem os esforços desses pesquisadores. A SBPC não apenas valoriza o esforço acadêmico, mas também aproxima a ciência da sociedade, reforçando sua relevância e impacto social.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Quais conselhos você daria para quem está começando no meio acadêmico e enfrenta dúvidas sobre ser reconhecido como pesquisador(a)?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Lembre-se sempre que sua identidade como pesquisador(a) e sua pesquisa estão em um processo de construção contínua. Busque sempre apoio dos seus mentores e orientadores durante o desenvolvimento da pesquisa. O caminho acadêmico é repleto de obstáculos, como a falta de financiamento, limitações institucionais ou pessoais, e críticas ao trabalho. Mas lembre-se que essas dificuldades fazem parte do processo e que diante da persistência que os resultados virão. Não espere que o reconhecimento chegue de imediato. Seja proativo(a) na divulgação do seu trabalho. Participe de eventos acadêmicos, publique artigos, apresente sua pesquisa em Congressos, Seminários, Conferências e busque espaços de discussão. O reconhecimento vem com o tempo, conforme você avança em sua jornada, faz contribuições e encontra seu lugar na academia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://empoderadas.ufg.br/#:~:text=Empoderadas%3A%20Jogo%20de%20tabuleiro%20para,viol%C3%AAncia%20de%20g%C3%AAnero%20e%20racismo&amp;amp;text=%C3%80s%20vezes%2C%20situa%C3%A7%C3%B5es%20de%20viol%C3%AAncia,sejam%20debatidas%20desde%20a%20inf%C3%A2ncia." target="_blank" rel="noopener"&gt;Saiba mais sobre o Jogo Empoderadas.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://pos.ufg.br/p/programa-pos-graduacao-arte-cultura-visual-ppgacv" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para saber mais sobre o PPGACV.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://pos.ufg.br/p/pos-ufg" target="_blank" rel="noopener"&gt;Conheça a Pós UFG!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 07 Oct 2024 12:20:28 -0300</pubDate>
      <link>https://empoderadas.ufg.br/n/doutoranda-ppgacv-primeiro-lugar-sbpc</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Doutoranda do PPGACV, Juliana Queiroz, é classificada em 1º lugar no Prêmio SBPC</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="logo isso é pós juliana" title="logo isso é pós juliana" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1363/o/Isso_%C3%A9_p%C3%B3s_-_feed_%28novo_formato%29_%281%29.png?1728313315" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;A pesquisadora obteve o reconhecimento na categoria “Pesquisa - Música e Artes”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-renderer-start-pos="176"&gt;Juliana Queiroz, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual, é a vencedora do 1º lugar na categoria “Pesquisa - Música e Artes” no prêmio SBPC 2024. A premiação é realizada desde 2014 e se trata de um incentivo aos pesquisadores de graduação e pós-graduação e aos concluintes dos cursos a partir de janeiro de 2023.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="176"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1363/o/IMG-20241007-WA0003.jpg" alt="imagem juliana" width="200" height="301" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="515"&gt;A pesquisadora é também a mente criativa responsável pela criação do jogo de tabuleiro “Empoderadas”. A pesquisa, que alia pedagogias culturais feministas e antirracistas à cultura visual, busca promover igualdade de gênero e empoderamento feminino nas escolas e instituições educativas e foi realizada sob &lt;span&gt;orientação do professor do PPGACV, Thiago Fernando Sant’Anna Silva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="515"&gt;&lt;span&gt;Parabenizamos todos os demais ganhadores do prêmio! Acompanhe no link a seguir a relação com os participantes premiados: &lt;a href="https://www.sbpcgoias.com/_files/ugd/635d23_7f4a2a11f48b439ab20a74ffec336c10.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://search.app/XpLVScCtNh8wUNiY8&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="515"&gt;A entrevista a seguir apresenta os desafios da trajetória acadêmica da doutoranda e a construção de sua identidade como pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;O que representa a conquista do 1º lugar na categoria “Pesquisa - Música e Artes” no prêmio SBPC 2024?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Esse primeiro lugar representa o reconhecimento máximo de uma contribuição inovadora e significativa no campo da arte e cultura visual. Esse prêmio destaca o impacto cultural e acadêmico da pesquisa, celebrando o aprofundamento teórico e a inovação prática na interseção entre arte e cultura visual. É uma validação do esforço em promover o diálogo entre ciência, arte e cultura visual, valorizando o poder criativo como ferramenta para a transformação social e intelectual.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;O que inspirou a construção da sua pesquisa? Poderia descrever o escopo do trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A construção da pesquisa foi inspirada pela necessidade de criar uma ferramenta lúdica e educativa que abordasse questões de gênero, representatividade e empoderamento feminino. Tudo foi baseado em minha trajetória acadêmica e em questionamentos sobre minha identidade como pesquisadora, desafiando as limitações impostas a mim  durante seu percurso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O escopo do trabalho envolve o desenvolvimento do jogo de tabuleiro "Empoderadas", que surgiu durante o meu mestrado. Este jogo tem como objetivo educar sobre igualdade de gênero e direitos, utilizando personagens femininas inspiradoras que promovem discussões sobre as experiências e percepções dos jogadores em relação a essas questões. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa está ancorada em pedagogias culturais feministas e antirracistas, com uma forte ênfase na cultura visual. Além disso, o conceito de rizoma de Deleuze e Guattari serve como base teórica, propondo uma abordagem não hierárquica, fluida e conectada à construção do conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho não se limita ao desenvolvimento do jogo, mas também busca inserir essa ferramenta em escolas e instituições educativas, promovendo um impacto direto na educação básica. Me envolvo em palestras, oficinas e parcerias, visando a divulgação científica e a ampliação do uso do jogo "Empoderadas" como uma ferramenta pedagógica inclusiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Quais foram os maiores desafios que você enfrentou durante a construção da pesquisa?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Um dos principais desafios foi a minha construção de identidade e validação como pesquisadora. Desde o início da minha jornada, me questionei sobre seu papel como pesquisadora, e enfrentantei obstáculos que testaram minha resiliência e determinação. O questionamento "E eu não sou uma pesquisadora?" reflete essa luta por validação e reconhecimento, especialmente em um ambiente acadêmico que muitas vezes impõe barreiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto de desafio que sempre me acompanhou desde o mestrado, mas agora no doutoramento é um problema sanado é a falta de financiamento para a pesquisa. Em toda a pesquisa enfrentei falta de recursos para expansão do projeto. Busquei alternativas fora da universidade, enfrentando a dificuldade de garantir fundos para a produção dos exemplares do jogo "Empoderadas". Nesta etapa do doutoramento fui contemplada com a Bolsa CAPEs que tem ajudado na ampliação e alcance da pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Considerando a frase que introduz o título do trabalho (E Eu Não Sou Uma Pesquisadora?), o que motivou essa indagação?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Durante a construção da minha pesquisa da minha pesquisa de mestrado, um dos discursos feministas que mais foram importantes foi “E não sou uma mulher? – Sojourner Truth”, sendo assim, quando construí o texto considerei  pertinente criar essa homenagem a Senhora Truth.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Durante sua trajetória acadêmica, quais foram os momentos em que você mais se sentiu desafiada como pesquisadora?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O maior desafio, sem dúvida, foi a constante construção da minha identidade como pesquisadora. Outro ponto de desafio é pesquisar se o financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Quais fatores você considera fundamentais na construção de uma pesquisa e na formação de uma pesquisadora?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Questionamentos constantes e construção de uma identidade como pesquisadora. Resistir às dúvidas internas e aos obstáculos externos e sempre buscar seu lugar na academia. Construir pesquisas que dialoguem com a sociedade, com o intuito de construir pontes entre o conhecimento acadêmico e sua aplicação prática. Parceria com outros pesquisadores, e estar sempre em harmonia com seus orientadores. &lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Como a SBPC, na sua visão, contribui para promover a ciência no país?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A SBPC faz um trabalho importantíssimo na pesquisa brasileira ao criar espaços que fomentam o crescimento de pesquisas e pesquisadores, bem como o papel de reconhecer  trabalhos inovadores,  por meio de premiações que reconhecem os esforços desses pesquisadores. A SBPC não apenas valoriza o esforço acadêmico, mas também aproxima a ciência da sociedade, reforçando sua relevância e impacto social.&lt;/p&gt;
&lt;p data-renderer-start-pos="938"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Quais conselhos você daria para quem está começando no meio acadêmico e enfrenta dúvidas sobre ser reconhecido como pesquisador(a)?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Lembre-se sempre que sua identidade como pesquisador(a) e sua pesquisa estão em um processo de construção contínua. Busque sempre apoio dos seus mentores e orientadores durante o desenvolvimento da pesquisa. O caminho acadêmico é repleto de obstáculos, como a falta de financiamento, limitações institucionais ou pessoais, e críticas ao trabalho. Mas lembre-se que essas dificuldades fazem parte do processo e que diante da persistência que os resultados virão. Não espere que o reconhecimento chegue de imediato. Seja proativo(a) na divulgação do seu trabalho. Participe de eventos acadêmicos, publique artigos, apresente sua pesquisa em Congressos, Seminários, Conferências e busque espaços de discussão. O reconhecimento vem com o tempo, conforme você avança em sua jornada, faz contribuições e encontra seu lugar na academia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://empoderadas.ufg.br/#:~:text=Empoderadas%3A%20Jogo%20de%20tabuleiro%20para,viol%C3%AAncia%20de%20g%C3%AAnero%20e%20racismo&amp;amp;text=%C3%80s%20vezes%2C%20situa%C3%A7%C3%B5es%20de%20viol%C3%AAncia,sejam%20debatidas%20desde%20a%20inf%C3%A2ncia." target="_blank" rel="noopener"&gt;Saiba mais sobre o Jogo Empoderadas.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/p/programa-pos-graduacao-arte-cultura-visual-ppgacv" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui para saber mais sobre o PPGACV.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/p/pos-ufg" target="_blank" rel="noopener"&gt;Conheça a Pós UFG!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 07 Oct 2024 12:08:46 -0300</pubDate>
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      <title> Discentes PPGACV</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" Discentes PPGACV" title=" Discentes PPGACV" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1370/o/Captura_de_tela_2023-05-06_000714.png?1683342496" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O jornal UFG publicou uma matéria sobre o trabalho da egressa Juliana Queiroz&lt;/span&gt;&lt;a class="x1i10hfl xjbqb8w x6umtig x1b1mbwd xaqea5y xav7gou x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/juju_quei/"&gt;@juju_quei&lt;/a&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Acesse a matéria e leia na integra &lt;br /&gt;&lt;a href="https://jornal.ufg.br/n/164296-jogo-de-tabuleiro-para-adolescentes-ensina-a-identificar-violencia-de-genero-e-racismo" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://jornal.ufg.br/n/164296-jogo-de-tabuleiro-para-adolescentes-ensina-a-identificar-violencia-de-genero-e-racismo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.instagram.com/p/Cn2khSTuqYc/?utm_source=ig_web_copy_link"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 06 May 2023 00:12:07 -0300</pubDate>
      <link>https://empoderadas.ufg.br/n/169359-discentes-ppgacv</link>
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      <title> Aprendendo de forma lúdica e consciente! </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Juju" title="Juju" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1370/o/IMG_6856.JPG?1683323779" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;No Mundo UFG, usamos um jogo de tabuleiro para adolescentes que ensina a identificar violência de gênero e racismo. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Uma matéria super interessante e necessária que você precisa conferir!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/reel/Cpc60ZIvRdV/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1370/o/Captura_de_tela_2023-05-05_185844.png" alt="TV" width="570" height="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique e confira!&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.instagram.com/reel/Cpc60ZIvRdV/?utm_source=ig_web_button_share_sheet"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 05 May 2023 18:57:09 -0300</pubDate>
      <link>https://empoderadas.ufg.br/n/169357-aprendendo-de-forma-ludica-e-consciente</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Empoderadas: Jogo de tabuleiro para adolescentes ensina a identificar violência de gênero e racismo</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Capa de Noticia Instagram" title="Capa de Noticia Instagram" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1370/o/Captura_de_tela_2023-05-05_180259.png?1683320614" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Às vezes, situações de violência de gênero ou racismo não são percebidas imediatamente. Por isso, é importante que questões de gênero e raça sejam debatidas desde a infância.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Às vezes, situações de violência de gênero ou racismo não são percebidas imediatamente. Por isso, é importante que questões de gênero e raça sejam debatidas desde a infância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O jogo de tabuleiro “Empoderadas” foi criado para ser um meio de comunicação atrativo para adolescentes, e visa a diminuição de casos de violência de gênero e crimes de racismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O jogo se passa no ano de 2081 e tem como personagem uma Inteligência Artificial (IA) chamada Ellie, que consegue prever violências de gênero e crimes de racismo 20 horas antes de acontecerem, prevenindo o delito e envolvendo o agressor ou agressora das ruas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Uma crise se instaura quando problemas técnicos passam a ocorrer com Ellie, e ela não entrega a informação completa das próximas agressões, fazendo com que Empoderadas - equipe de investigadores de elite - tenham que desvendar as pistas para evitar casos de violência de gênero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O jogo educacional é resultado da dissertação de mestrado "Empoderadas: o jogo como ferramenta de pedagogias culturais feministas e antirracistas" de Juliana no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual na Faculdade de Artes (FAV-UFG). pelo professor Thiago Fernando Sant'anna e co-orientada pela professora Leda Maria Guimarães&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.instagram.com/p/Cn497H-L8CW/?utm_source=ig_web_copy_link"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 05 May 2023 18:05:37 -0300</pubDate>
      <link>https://empoderadas.ufg.br/n/169356-empoderadas-jogo-de-tabuleiro-para-adolescentes-ensina-a-identificar-violencia-de-genero-e-racismo</link>
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      <title>“EMPODERADAS”: TAE CRIA JOGO DE TABULEIRO QUE ENSINA A IDENTIFICAR VIOLÊNCIA DE GÊNERO E RACISMO NA SOCIEDADE</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="NOTICIA SINTI" title="NOTICIA SINTI" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1370/o/OPINIAO_Modelo-1-768x768.png?1683319270" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Juliana Queiroz, designer gráfica, técnico em artes gráficas na Universidade Federal de Goiás (UFG) e diretora de Publicidade Institucional da SECOM/UFG, criou e desenvolveu o jogo de tabuleiro chamado “Empoderadas”, fruto da dissertação de mestrado de Juliana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A TAE já havia tentado por muitas vezes iniciar um mestrado, mas conseguiu ingressar no programa de mestrado da UFG apenas por meio do Edital Qualificar, fruto da luta do Sint-IFESGO, que destina vagas para os técnico-administrativos, aumentando a presença destes nos programas de pós-graduação da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia para a criação do jogo surgiu através da história de vida e dos princípios de Juliana, além dos casos de violência de gênero noticiados na TV diariamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o tópico central do jogo é o feminismo, que aparece na vida da TAE pela influência da autora Bell Hooks, que afirma que para disseminar o feminismo, é necessário dispor o conteúdo em plataformas alternativas às acadêmicas, a fim de que alcance o público em formação, em específico crianças e adolescentes. Além do feminismo, há outro tópico: o racismo. Juliana, filha de um casal bi-racial, trouxe esse eixo temático para o “Empoderadas” devido às situações de racismo que sua mãe sofreu. “Dessa maneira, achei pertinente criar personagens que fossem baseadas em mulheres pretas e que estas pudessem mostrar para a sociedade a força e a importância delas”, relata Juliana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Logo, o principal objetivo é que ele seja um jogo educacional e para além disso que seja um material de apoio a professores da educação básica, visando a diminuição dos casos de violência de gênero, “pois estamos ensinando a nossa base da sociedade”, reforça a servidora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para jogar o “Empoderadas”, são necessárias, no mínimo, duas pessoas, onde uma delas será Ellie (a inteligência artificial). Quatro pistas serão sorteadas, sendo elas: motivo, suspeito, violência de gênero e o local. O objetivo é descobrir as pistas, seja fazendo perguntas a Ellie, seja comprando cartas do baralho e eliminando as pistas que não são. Todo o processo é acompanhado por um temporizador digital, a fim de que os jogadores possam administrar o tempo e, além disso, o custo das perguntas impacta diretamente neste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Sint-IFESGO parabeniza a TAE Juliana pela iniciativa, criação e desenvolvimento do “Empoderadas”, um jogo que, com certeza, trará muitos impactos positivos para a sociedade!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo está disponível na versão “print and play”, ou seja, imprima e jogue, no link a seguir: https://ufg.br/p/empoderadasprintanplay.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://sint-ifesgo.org.br/noticia/empoderadas-tae-cria-jogo-de-tabuleiro-que-ensina-a-identificar-violencia-de-genero-e-racismo-na-sociedade/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 05 May 2023 17:42:21 -0300</pubDate>
      <link>https://empoderadas.ufg.br/n/169355-empoderadas-tae-cria-jogo-de-tabuleiro-que-ensina-a-identificar-violencia-de-genero-e-racismo-na-sociedade</link>
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      <title>Game que ensina adolescentes a identificar violência de gênero e racismo será aplicado em alunos do Cepae-UFG e do IFGoiano</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Empoderadas" title="Empoderadas" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/120/o/Horizontal_%282%29.png?1678303408" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;"Empoderadas" é resultado do mestrado em Arte e Cultura Visual da servidora Juliana Queiroz (Secom-UFG)&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A dissertação de mestrado "Empoderadas: o jogo como ferramenta de pedagogias culturais feministas e antirracistas”, defendida em 2022 pela designer gráfica e servidora da Secretaria de Comunicação da Universidade Federal de Goiás (Secom-UFG) Juliana Queiroz no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais (FAV-UFG), gerou um jogo de tabuleiro que ensina adolescentes a identificar violência de gênero e racismo. "Empoderadas" já teve cerca de 250 downloads desde novembro de 2022 e será aplicado em breve em turmas do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (Cepae-UFG) e do Instituto Federal Goiano (IFGoiano). O jornalista Rodrigo de Oliveira conversou com a Juliana Queiroz sobre o jogo e sobre a continuidade do projeto durante o doutorado. Confira no link a seguir...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;audio controls="controls" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/120/o/EMPODERADAS.mp3"&gt;&lt;/audio&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="body"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/EMPODERADAS_PRINT_AND_PLAY_ATUALIZADO.pdf"&gt;Acesse o link para jogar Empoderadas.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/bitstream/tede/12465/3/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20-%20Juliana%20Barbosa%20e%20Queiroz%20-%202022.pdf"&gt;Clique no link para acessar a dissertação na íntegra.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Mar 2023 16:24:40 -0300</pubDate>
      <link>https://empoderadas.ufg.br/n/165881-game-que-ensina-adolescentes-a-identificar-violencia-de-genero-e-racismo-sera-aplicado-em-alunos-do-cepae-ufg-e-do-ifgoiano</link>
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      <title>Jogo de tabuleiro para adolescentes ensina a identificar violência de gênero e racismo</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Empoderadas" title="Empoderadas" src="http://empoderadas.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/empoderadas.PNG?1674571122" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Empoderadas é um game educacional de tabuleiro desenvolvido no PPGACV da FAV&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Janyelle da Mata&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.7999999999999998; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Debater questões de gênero e racismo é necessário desde a infância, segundo Bell Hooks, teórica feminista e ativista antirracista. Para a servidora da Secretaria de Comunicação da Universidade Federal de Goiás (Secom-UFG), Juliana Queiroz, a temática deve ser tratada com crianças e adolescentes. A ideia do jogo de tabuleiro “Empoderadas” surgiu para ser um meio de comunicação atrativo para esse público e visa a diminuição de casos de violência de gênero e crimes de racismo. &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.7999999999999998; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2023-01-24_at_11.22.09_%282%29.jpeg" alt="Juliana Queiroz" width="334" height="500" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Juliana Queiroz, desenvolvedora do jogo “Empoderadas” (Fotos: Júlia Barros)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="line-height: 1.7999999999999998; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo educacional é resultado da dissertação de mestrado "Empoderadas: o jogo como ferramenta de pedagogias culturais feministas e antirracistas” de Juliana no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual  na Faculdade de Artes (FAV-UFG). A dissertação foi orientada pelo professor, Thiago Fernando Sant'anna e co-orientada pela professora Leda Maria Guimarães.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A servidora conta que o jogo foi pensado para adolescentes com mais de 12 anos de idade, com o objetivo de iniciar um diálogo sobre o tema central. “Vejo um movimento na mídia sobre o aumento de casos de violência de gênero e racismo e em uma de minhas leituras sobre feminismo, a autora Bell Hooks afirma que: ‘para mudarmos o mundo e conseguir inserir esses assuntos na sociedade a melhor forma é iniciarmos com crianças e adolescentes com meios de comunicação que estão dentro do cotidiano deles’. Então, o jogo surgiu dentro dessa perspectiva”, afirma. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empoderadas&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo se passa no ano de 2081, onde existe uma Inteligência Artificial (IA) chamada Ellie que consegue prever violências de gênero e crimes de racismo 20 horas antes de acontecerem, prevenindo o delito e recolhendo o agressor ou agressora das ruas. Uma crise se instaura quando problemas técnicos passam a ocorrer com Ellie, onde ela não entrega a informação completa das próximas agressões, fazendo com que Empoderadas - equipe de investigadores de elite - tenha que desvendar as pistas para evitar casos de violência de gênero. &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/empoderadas.PNG" alt="Empoderadas" width="500" height="446" /&gt;
&lt;figcaption&gt;
&lt;p style="line-height: 1.7999999999999998; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Jogo educacional de tabuleiro “Empoderadas”, desenvolvido por Juliana Queiroz&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="line-height: 1.7999999999999998; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Empoderadas têm que ter no mínimo 2 jogadores no máximo 9, com partida de duração média de 45 minutos. Um dos participantes será a IA, Ellie, e terá as funções de embaralhar as cartas de pista, mediação da mesa, controle do temporizador e responder os outros jogadores. Os outros farão parte da equipe de investigadores de elite e vão ter a tarefa de desvendar as pistas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Os jogadores vão receber 25 perguntas divididas em local, suspeito, motivo e violência de gênero. Para vencer com 100% de aproveitamento é preciso acertar 1 pergunta de cada item. Os jogadores perdem se o temporizador zerar, se comprarem todas as cartas e não conseguirem deduzir nenhuma pista, acertarem apenas 1 pista e não ser o suspeito ou acertarem 2 pistas e não serem o suspeito ou violência de gênero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projeto de extensão -&lt;/strong&gt; O jogo tornou-se também um projeto de extensão e deve ser levado para escolas da rede pública em 2023 e 2024. Para mais informações sobre como levar o projeto para sua escola &lt;a href="mailto:juqueiroz@ufg.br"&gt;no email.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/EMPODERADAS_PRINT_AND_PLAY_ATUALIZADO.pdf"&gt;Acesse o link para jogar Empoderadas.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/bitstream/tede/12465/3/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20-%20Juliana%20Barbosa%20e%20Queiroz%20-%202022.pdf"&gt;Clique no link para acessar a dissertação na íntegra.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Jan 2023 11:37:15 -0300</pubDate>
      <link>https://empoderadas.ufg.br/n/164296-jogo-de-tabuleiro-para-adolescentes-ensina-a-identificar-violencia-de-genero-e-racismo</link>
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